Duhs, clichês e blablabla

Update, orkut, livros de mulherzinha etc.

Publicado por: Cau em: junho 14, 2009

Wow! Hoje fazem exatos 6 meses que não escrevo absolutamente nada no meu blog. Para falar a verdade vim aqui para excluí-lo há uns dias atrás, quando de repente me deu uma clareada na mente. Deletar para quê, não é mesmo? Por que sempre nos bate aquela revoltada do tipo “nunca mais entro no MSN” ou “vou deletar meu orkut”…? Sabe, esses são rompantes dos quais certamente nos arrependeremos depois. Quantos amigos seus já não excluíram o orkut e estão aí, 2 meses depois, de volta, tentando recuperar os “amigos perdidos”? Fala sério, já encontrei e já fui encontrada por tanta gente valiosa, pessoas que nunca pensei retornar o contato e vou deletar essa ponte, com que objetivo? De estressadinha? Não, não. O orkut tá lá, o MSN também (apesar de eu realmente não entrar) e o blog sendo atualizado hoje. Ou pelo menos é assim que eu penso no momento. Se eu quiser deletar tudo amanhã já é outra história.

Então… Hoje acordei me sentindo de bem com a vida. Eu tenho dessas coisas. Mesmo que o dia anterior tenha sido uma total merda, tem manhãs que eu acordo pronta para enfrentar qualquer obstáculo, e não suporto gente reclamando no meu ouvido, energia negativa, desgraças etc. Julguei ser um bom dia para escrever aqui, e dividir algumas de minhas novas descobertas literárias, as quais tenho me apegado bastante ultimamente.

Então, agora que eu não moro mais com familiares e divido apartamento com uma pessoa que quase não fica em casa, tenho tido mais experiências introspectivas do que nunca. Depois de passar 1 mês assistindo incessantemente a todos os episódios de Sex and The City, entrei numa abstinência e decidi mergulhar nesse universo “livros de mulherzinha” , seguindo a mesma linha.

O 1º que eu li, e o mais importante, que eu vou comentar agora, foi o He’s Just Not That Into You, de, adivinhem, 2 roteiristas do meu seriado de estimação citado acima. Tem até o filme dele, que é divertidíssimo também e com elenco estrelar (Jen Anniston, Scarlett Johanson, Ben Affleck…). O livro é simplesmente fantástico. Quero dizer, dependendo do grau de carência ou de seriedade do seu relacionamento ele pode até ser meio deprimente em alguns momentos, mas somente porque você percebe que é a mais pura verdade, e que você não pode fazer nada. O livro consiste na análise de cartas enviadas por mulheres com problemas em seus relacionamentos, feita por um hetero muito bem casado, o Greg, o qual resume todo e qualquer sinal de obstáculo na relação a seguinte frase: “Ele simplesmente não está tão afim de você”. Daí as mulheres vêem com todas as desculpas possíveis: “Mas, Greg, meu namorado trabalha muito, coitado, ele fica cansado” E ele diz: “Se não arruma um tempinho pra você, ele simplesmente não está tão afim”. “Mas, Greg, estamos juntos há 5 anos, se ele não quer casar tudo bem, já temos uma relação sólida”. E lá vem ele: “Se ele não quer dar esse passo há anos é porque não está tão afim de você”. Mas isso, claro, ele dá todos os detalhes de porque concluiu isto, com as justificativas mais hilárias do mundo.

No meu caso foi muito mais revelador do que qualquer outra coisa. Eu já adotei como filosofia de vida amorosa. Eu não estou tão afim de muita gente e muita gente não está tão afim de mim, e assim é a vida, temos que aceitar e seguir com bom humor. Falando assim, parece óbvio e algo de que já ouvimos várias vezes antes, mas os autores são genuinamente brilhantes em suas colocações.

O que eu estou lendo agora é o Divorciada Debutante, da Plum Sykes, que também é ótimo, com um desenrolar bastante surpreendente até agora! Mal posso esperar para ler o final, o que deve acontecer hoje mesmo. A atmosfera é a mesma pela qual tenho me sentido atraída há tempos: NY, glamour, situações quase inimagináveis, enfim… É light, e me faz sentir bem. Recomendo.

Vou ficando por aqui, beijos com saudades!

xoxo, Cau

Anonimato, yes!

Publicado por: Cau em: dezembro 14, 2008

Será que depois de meses sem postar meu blog passou a ser anônimo? Eu REALMENTE espero que sim. Venho pensando em voltar a escrever, mas prefiro que me encontrem casualmente via Google, exatamente como têm acontecido por todos esses meses, após eu ter tirado link pra cá de todos os lugares onde estavam… É tão estranho pensar que todos os dias pessoas acabam caindo por aqui acidentalmente e lêem meus textos, sem que eu possa agradecê-las ou simplesmente ter a consciência de suas  respectivas existências! É tão empolgante ao mesmo tempo!

Minha vida mudou. Completamente. Não sei exatamente o que eu sou no momento. Todos os aspectos relevantes foram modificados. Profissional, amoroso, familiar… Ando fugindo de respostas, de cobranças. Compreensivelmente de acordo com meu tempo livre totalmente escasso há 2 anos, ando tensa. Meus ombros estão tão duros que não sei como tantas pessoas gostam de estar neles. Mas me conforta a sensação de dar conforto a outros.

Hoje acidentalmente assisti novamente Bridget Jones. Os 2. O personagem do Colin Firth acaba de se tornar meu homem ideal. Quero Mark Darcy no corpo do Clive Owen, com a musicalidade de Joshua Chasez.

Sinto como se tivesse passado minha vida amorosa engatando um romance no outro. Sempre. Nunca tive esse tempo pra respirar e pensar em mim. A princípio me deixa inquieta demais. Não quero ficar em casa. Não tolero ficar sem fazer nada. Quinta, sexta, sábado? Se eu não sair vou ficar extremamente puta. Comigo mesma. Por que essa necessidade? Por que preciso do desejo de alguém por estar comigo? E por que diabos meus amigos estão tão inacessíveis o tempo inteiro?

To chata pra caralho. Só pode ser isso. Olha o texto que eu escrevo! Ninguém quer ler essa bosta. Tenho a impressão de estar alcoolizada, e me arrepender desse texto pela manhã.

Mas quer saber? Dane-se. Eu to dando minha cara a tapa em tudo. Nem que isso signifique 10 minutos de prazer e 100 de arrependimento. É a vida, e eu tô vivendo. É a busca interminável pela satisfação em todos os sentidos. Uma pessoa sem ambições é uma pessoa morna. 

xoxo,
Cau

Surpresa!

Publicado por: Cau em: setembro 25, 2008

Olá! Me desculpe.

Sei que já tem 2 meses que não escrevo nada, mas eu realmente senti falta. Nunca foi minha intenção deixar o blog “vazio” tanto tempo. É que muita coisa aconteceu. Aliás, é muita coisa acontecendo.

O título deste post tem duplo sentido pra mim. O óbvio: ‘Surpresa! Um post novo!’ e o subjetivo: ‘Surpresa! Com o ser humano…’

A 2ª opção é meu status atual.

Sei que só tenho 21 anos, mas tenho uma bagagem diferenciada. Fuck a modéstia. Tenho plena consciência de que não sou uma jovem comum. Claro que às vezes me sinto uma criança de 5 anos. Ingênua. Daquelas que escutam uma história fantasiosa e perguntam: “Sério???”. Esperançosa. Incrédula que um tio/vizinho/primo que gostamos possa ser ladrão ou um amigo possa nos ter passado a perna. Mas tudo é possível. Com certeza não conhecia alguns  limites do ser humano que hoje conheço. 

Mas não me leve a mal, minha intenção jamais seria fazer um post deprê ou clichê-de-decepcionada-com-os-homo-sapiens, embora o título do blog me permita. Eu só queria ter um papo sério. Acho que me faz bem o desabafo de falar sobre isso neste exato momento. Não que você precise, nem que eu seja tão sábia.

Mas pode deixar, eu não levei um chifre de um namorado, fui reprovada na faculdade ou perdi R$ 10.000,00 no poker.  Não foi preciso chegar a esse ponto para tirar algumas lições. Até mesmo porque nenhuma das alternativas acima seriam chocantes e/ou inimagináveis.

Situações cotidianas, sutis, que acontecem a todos nós. Coisas graves, que passam a 100km/h e mudam tudo. Coisas simples, mas que mudam toda a sua visão sobre determinada pessoa/assunto. Coisas banais, que à 1ª vista são inofensivas e após o efeito borboleta tomam proporções imensuráveis.

Conselhos pra mim mesma e pra você:

  • Evite se envolver em situações que possam lhe pegar desprevenida demais daqui a algum tempo. (sei que é meio vago, mas)
  • NUNCA confie em excesso em uma pessoa que conheceu há pouco, por maior que tenha sido a sintonia entre vocês. (acontece sempre, não é incrível?)
  • Tente guardar seus segredos mais íntimos pra você. É o melhor que você faz. (isso é realmente palpável)
  • Procure não demonstrar raiva, abatimento, derrota. É isso que as pessoas que te querem mal (ou que gostariam de estar no seu lugar) desejam. Tente não fazê-lo mesmo na ausência delas.
  • E o mais importante: não profetize coisas ruins, não se imponha limites tais como “não posso” “não consigo” ou “eu sou assim mesmo”. TUDO é possível. Tanto pro seu bem quanto pro seu mal.

Espero seguí-los.

No mais, tudo bem.

Beijos,

Cau

Obs.: Sei que ultrapassei os limites da subjetividade nesse post, mas não me vale a pena citar nomes, pois isto seria dar um maior status a pessoas que não merecem consideração.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.